Prevalência da hipertensão arterial na população negra: uma revisão de escopo

Autores

  • Helenn Beatriz Vasconcelos Omena Cavalcante Universidade Estadual de ciências da saúde de Alagoas Autor
  • David Martins de Oliveira Universidade Estadual de ciências da saúde de Alagoas Autor
  • Isabella Vicente dos Santos Universidade Estadual de ciências da saúde de Alagoas Autor
  • Victor Gabriel Araújo Alexandre Universidade Estadual de ciências da saúde de Alagoas Autor
  • Lizânia da Silva Melo Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas Autor
  • Edna Pereira Gomes de Morais Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas Autor

Palavras-chave:

população negra, prevalência, hipertensão arterial

Resumo

Introdução: A hipertensão arterial, caracterizada por pressão sistólica de 140 mmHg ou mais e diastólica de 90 mmHg ou mais, afeta 24% dos adultos brasileiros, com prevalência maior entre afro-brasileiros e idosos. Fatores como tabagismo, dislipidemias, diabetes e histórico familiar agravam esse quadro. Objetivo: mapear a literatura científica e descrever a prevalência de hipertensão arterial e fatores associados na população negra brasileira, por meio de uma revisão de escopo. Metodologia: Trata-se de uma revisão de escopo, com busca realizada em agosto de 2024, nas bases Lilacs e SciELO. Foram levantados artigos de estudos primários publicados entre janeiro de 2014 e agosto 2024. A seleção foi realizada por dois revisores, de forma independente e os dados apresentados de forma descritiva e narrativa. Resultados: Os resultados mostraram uma relação complexa entre fatores sociais e raciais. O estudo revelou que a hipertensão arterial na população negra é fortemente influenciada por condições históricas de exclusão social, racismo estrutural e hábitos adquiridos ao longo do tempo, como dietas inadequadas e estresse crônico. Fatores genéticos também desempenham um papel, mas foram pouco explorados. Considerações Finais: Os dados concluem que a hipertensão arterial na população negra é multifatorial, combinando aspectos genéticos e socioeconômicos. Limitações na quantidade de estudos sobre genética sugerem a necessidade de mais investigações. Futuros estudos e políticas públicas devem focar na redução das disparidades em saúde e na ampliação do acesso a cuidados médicos para essa população.

Biografia do Autor

  • Helenn Beatriz Vasconcelos Omena Cavalcante, Universidade Estadual de ciências da saúde de Alagoas

    Graduanda em Fonoaudiologia.

  • David Martins de Oliveira, Universidade Estadual de ciências da saúde de Alagoas

    Graduando em Enfermagem. 

  • Isabella Vicente dos Santos, Universidade Estadual de ciências da saúde de Alagoas

    Graduanda em Fonoaudiologia. 

  • Victor Gabriel Araújo Alexandre, Universidade Estadual de ciências da saúde de Alagoas

    Graduando em Fonoaudiologia. 

  • Lizânia da Silva Melo, Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas

    Mestranda em Ensino em Saúde e Tecnologias pela Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas.

  • Edna Pereira Gomes de Morais, Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas

    Docente do Curso de Fonoaudiologia da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas (UNCISAL).

Referências

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Publicado

2026-10-01

Como Citar

Prevalência da hipertensão arterial na população negra: uma revisão de escopo. (2026). Congresso Acadêmico e Jornada Acadêmica do Hospital Universitário Professor Alberto Antunes, 1, e491. https://observinter.al.org.br/index.php/jahupaa/article/view/491